Como uma pedagoga que ama dados acabou criando músicas para manifestar?
Julia Vidal · Pedagoga · Criadora do Universalis Manifesto
Essa pergunta me acompanha. E a resposta começa muito antes de qualquer música.
Fui criada pela minha avó, numa vida simples e humilde de verdade. Foi ela quem me ensinou, sem nunca ter dito com essas palavras, que o conhecimento muda o destino de uma pessoa. Eu carrego isso comigo até hoje: o que me levantou precisa estar ao alcance de todo mundo.
Por isso virei pedagoga. Há mais de 8 anos trabalho com educação corporativa e desenvolvimento humano, e fiz pós-graduação em psicologia organizacional. Me apaixonei por comportamento e neurociência, fiz cursos de PNL e neurovendas, estudei arquétipos a fundo. Eu só queria entender por que as pessoas mudam.
A música sempre morou em mim. Eu percebia que ela mexia com o que eu sentia, de um jeito que nenhuma palavra sozinha conseguia. Quando encontrei os estudos de Robert Zatorre sobre música e cérebro, entendi que o que eu vivia tinha nome e tinha ciência.
Comecei a criar músicas para mim, só para me sentir melhor, e a postar sem pretensão nenhuma no TikTok. Então as mensagens começaram a chegar. Mulheres me contando que se sentiam mais leves, mais fortes, mais elas mesmas.
Naquele momento eu soube o que fazer com tudo que estudei: traduzir. Pegar o conhecimento que mudou a minha vida e entregar numa linguagem que qualquer pessoa entende, sem precisar de diploma, de curso ou de tempo.
Assim nasceu o Universalis Manifesto, em janeiro de 2026. As músicas são a ponte. Quem quer estudar encontra profundidade. Quem só quer sentir, basta ouvir e deixar a mudança chegar.
Eu realmente toco vidas. Esse é o meu propósito, e é o meu maior orgulho.
Julia Vidal